Comissão Nacional dos Diáconos

A FORMAÇÃO DO DIÁCONO PERMANENTE: DIMENSÕES E DESAFIOS

Reunidos no centro de Treinamento de Líderes da Arquidiocese de Salvador, BA, nos dias 15 a 18 de maio de 2018, os Diretores e Formadores de Escolas Diaconais refletiram e...

Dom João Salm preside missa no último dia do ENDFED em Salvador, BA

Dom João Francisco Salm, bispo de Tubarão, SC e referencial dos diáconos do Brasil, presidiu a missa do último dia do Encontro Nacional de Diretores e Formadores de Escolas Diaconais,...

A FORMAÇÃO DO DIÁCONO PERMANENTE: DIMENSÕES, EXIGÊNCIAS E DESAFIOS

Reunidos no centro de Treinamento de Líderes da Arquidiocese de Salvador, BA, nos dias 15 a 18 de maio de 2018, os Diretores e Formadores de Escolas Diaconais refletiram e...

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CATOLICISMO MOFADO

Por Fernando Altemeyer Andando por algumas cidades brasileiras é fácil encontrar jovens/adolescentes com uma espiritualidade doentia e alienante. Em certas dioceses e até com uma presumível cumplicidade de pastores brotam aos borbotões “escravos de Maria”, “cercos de Jericó”, “missas de cura e libertação” “marchas em roupas medievais”, “exorcismos descontrolados e líderes autoritários”. Já se vê dezenas de jovens com correntes nos braços,...

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Mensagem do presidente da CND - Abril de 2018

Diácono Zeno Konzen Presidente da CND Chegando o mês de abril, nos encontramos a exatamente um ano da grande Assembleia Geral Eletiva em Goiânia (GO). Se faz importante que desde já possamos incluir aquela Assembleia, em nossas orações diárias pedindo a Deus que nos oriente na melhor escolha, sobre quem devemos eleger para presidir a CND durante o quadriênio 2019/2023. Que o...

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A qualificação do ministério diaconal

Diácono José Carlos Pascoal Dois aspectos muito significativos e altamente positivos têm chamado a atenção neste ano, com relação ao Diaconado Permanente: reflexão sobre a vida familiar do Diácono Permanente e sobre o Ministério da Caridade. Pode parecer estranho destacar como algo extraordinário o que deveria ser comum na vida e no ministério do diácono. Mas, quanto mais se...

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Mensagem de março do presidente da CND

Com o lema da Campanha da Fraternidade deste ano “Vós sois todos irmãos”, quero saudar a todos. O tema “Fraternidade e superação da violência” nos convoca a reflexão mais profunda sobre a realidade da sociedade neste mundo, onde, parece vivermos momentos com os nervos à flor-da-pele. Situações do cotidiano que nos deixam perplexos, interferindo em nossas vidas e de nossas...

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Publicações

Diáconos nº 142 - Abril de 2018
Diáconos nº 141 - Março de 2018
Diáconos nº 140 - Fevereiro de 2018
Diáconos nº 139 - Janeiro de 2018

Início

Diácono Juranir Rossatti Machado - CRD Leste 1

A importância da palavra não pode ausentar-se de nossa consciência. Ela pode conduzir-nos aos céus ou pode levar-nos às profundezas do inferno. Ela pode sarar-nos de enfermidades emocionais ou fixá-las em nossa vida. Ela pode fazer brotar em nós o grito de liberdade em relação a transtornos psicológicos que, porventura, tenhamos, ou pode escravizar-nos a eles. Pode fazer de nós mesmos inimigos de nosso crescimento espiritual ou criar adversários ao nosso redor. Ela pode fazer-nos santos ou pecadores. Tudo depende da maneira que a utilizamos em relação a nós mesmos e ao próximo. Todo cuidado é pouco!

De modo muito oportuno, o apostolo Tiago nos fala dos pecados da língua, órgão através do qual a palavra que articulamos vai ao encontro da dimensão do crescimento espiritual ou, desgraçadamente, nos coloca mergulhados nas trevas. Ouçamos o que nos diz este seguidor de Cristo, em sua epístola “as doze tribos da dispersão” (1, 1):  “Se alguém não cair por palavra, este é um homem perfeito, capaz de refrear todo o seu corpo.” (3, 2) A possibilidade da queda espiritual está sempre presente na história de cada um de nós. Tiago nos previne: “A língua, porém, nenhum homem a pode domar” (3, 8). Com a força do Espírito Santo, ele está nos dizendo que a palavra que proferimos em nossos diálogos, apreciações, pontos de vista, conversas, pode estar contaminada pelo vírus do pecado. Nela, pode estar presente a mentira, a maledicência, o pensamento corrupto, o interesse mesquinho, o coração viciado.

A vigilância em torno da palavra, proferida ou não, deverá estar sempre presente em nosso dia a dia; por isso, o exame de consciência deve ser nosso companheiro constante. A melhor maneira de vivermos tal vigilância está em nossa imitação de Jesus Cristo, imitação no sentido de tê-lo como modelo em nossa maneira de agir e de pensar. O aprofundamento em seus ensinamentos e seu relacionamento com o próximo devem constituir-se caminhos nos quais devemos percorrer!

 

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