Comissão Nacional dos Diáconos

Homologados postulantes aos cargos da Diretoria da CND na XI Assembleia Geral de Abril de 2019

Na reunião do Conselho Consultivo da Comissão Nacional dos Diáconos – CND, realizada nos dias 08 a 10 de janeiro no Centro de Pastoral “Dom Fernando”, da Arquidiocese de Goiânia,...

Reunião do Conselho Consultivo da CND aconteceu em Goiânia

A Comissão Nacional dos Diáconos (CND) realizou no período de 08 a 10 de janeiro de 2019, no Centro de Pastoral “Dom Fernando”, da Arquidiocese de Goiânia, GO, a Reunião...

Dom Sergio preside cerimônia de Ordenação Diaconal Permanente de Leonardo Lucas

https://arquidiocesedemanaus.org.br (https://arquidiocesedemanaus.org.br) Na noite deste sábado, (29/12), o Arcebispo Metropolitano de Manaus, Dom Sergio Castriani, presidiu a solenidade de ordenação diaconal de Leonardo Lucas Medeiros Cunha, mais novo diácono permanente da...

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Mensagem do presidente da CND

Gratificante, é chegar ao fim do ano e sentir a graça da missão cumprida. Nossos planos e projetos para 2018 foram trabalhados com muito afinco, para que tudo se concretizasse. Durante este ano que termina, estivemos em muitas comunidades pelo nosso país, sempre servindo aos irmãos em nome de Jesus, que nos envia a servir. Chegou o momento de fazermos...

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DIACONIA, MISSÃO E SANTIFICAÇÃO.

Diácono José Carlos Pascoal - Diocese de Jundiaí, SP - ENAC / CND O jeito, a pedagogia de Jesus de Nazaré deve ser seguida no ministério diaconal: nos dá o exemplo, ensina, faz primeiro, dá testemunho não só de palavras, mas com atitudes. O Diácono é chamado a ser “animador de comunidades”. Então, precisa seguir o “jeito” de Jesus: não somente coordenar,...

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Retrospectiva de 2018 no campo Diaconal

Iniciamos 2018 com retrospectiva negativa quanto à violência e a corrupção em nosso país. Os índices de assistência obrigatória por parte do Estado, relacionados à saúde, educação, empregos estão cada vez mais baixos. O Congresso Nacional se divide em defender corruptos das casas legislativas e o presidente acusado em várias áreas, e em espoliar o que ainda resta das divisas...

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O "Sim" e o "Não" a Deus em ca…

Padre Antonio Clayton Sant’anna, CSsR Sim e não, duas palavras curtas nas línguas ocidentais. Três letras em geral. Elas se implicam e se repelem! Ao pedir qualquer coisa aos outros, podemos ser atendidos ou não. Tendo o poder de aceitar ou negar o que se pretende, o Sim e o Não exigem transparência nos interlocutores. A Bíblia é o livro do SIM...

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Publicações

DIÁCONOS N° 150 - DEZEMBRO DE 2018
DIÁCONOS Nº 149 - NOVEMBRO DE 2018
DIÁCONOS Nº 148 - OUTUBRO DE 2018
DIÁCONOS nº 147 - SETEMBRO DE 2018
DIÁCONOS Nº 146 - AGOSTO DE 2018
DIÁCONOS Nº 145 - JULHO DE 2018

Início

As vítimas de homicídios são, em maior parte, homens. Porém, entre 2001 e 2011, o aumento de assassinatos de homens foi de 8,1%, enquanto que os assassinatos de mulheres cresceram 17,2%. No caso de violências contra as mulheres, repete-se a mesma tendência nacional: as negras em maior número estão entre as vítimas de violência. Além disso, enquanto as taxas de homicídios de mulheres brancas tendem a cair, as mesmas taxas que avaliam assassinatos de negras crescem. Os dados mostram ainda que nesse caso, 27,1% ocorrem no ambiente doméstico.
O Mapa da Violência registra que, no ano de 2014, diariamente, 405 mulheres demandaram atendimento médico em unidades de saúde por terem sofrido algum tipo de violência doméstica, sexual ou outras formas de agressão. A cada três vítimas de violência, duas eram mulheres. Uma pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que, em 2015, o país registrou 45.460 casos de estupro. Porém, o levantamento estima que devem ter ocorrido entre 129,9 mil e 454,6 mil estupros no Brasil em 2015.
A violência contra a mulher ocorre, principalmente, dentro de casa. 71,85 das agressões registradas pelo SUS em 2011 aconteceram no domicílio da vítima. Frequentemente o agressor é o parceiro ou ex-parceiro da vítima (43,3%). Quando se consideram apenas as mulheres na faixa de 30 a 39 anos de idade que sofreram violência, em 70,6% dos casos o parceiro ou ex-parceiro é o agressor. Em particular, a agressão contra a mulher é um dos casos em que parece explicitar-se o caráter cultural da violência.
As mulheres não devem sofrer essas violências domésticas em silêncio. Devem ser informadas e capacitadas, juntamente com seus companheiros ou maridos, pais e filhos, a superar essas condutas de opressão. A proteção à mulher vítima de violência doméstica evoluiu com a Lei 11.340, conhecida como Lei Maria da Penha, que entre outras prerrogativas, objetiva coibir a violência doméstica e familiar. Entretanto, a Justiça não evita a prática violenta, apenas a reprime e pune, com medidas protetivas que visam afastar o agressor. Em Salto, em 2017, foram registrados mais de 300 casos de violência contra a mulher e violência doméstica. Esse número é bem inferior aos casos efetivamente ocorridos, já que muitas preferem não denunciar por medo.
O que fazer para mudar esse quadro com a ajuda da Igreja: incluir o tema da superação da violência nos programas de formação da Iniciação Cristã, Catequeses e grupos de jovens; promover uma pastoral familiar capaz de ajudar cada família a superar os problemas de violência doméstica; impulsionar centros paroquiais e diocesanos com uma pastoral de atenção integral à família, especialmente pessoas que sofrem violência doméstica; promover atos públicos em função de uma sociedade mais segura, chamando a atenção da população sobre a violência doméstica e a Lei Maria da Penha.
Fonte: Texto-base da Campanha da Fraternidade de 2018
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