Comissão Nacional dos Diáconos

DIOCESE DE AMPARO ORDENA DEZ DIÁCONOS PERMANENTES

Sob a imposição das mãos do bispo diocesano, Dom Luiz Gonzaga Fechio, foram ordenados na última sexta-feira, 10 de agosto, dez diáconos permanentes para a Diocese de Amparo. Momento de...

Joinville ganha novos diáconos permanentes

A Diocese de Joinville, Santa Catarina, viveu dia de intensa alegria com a solene Celebração Eucarística com Ordenação Diaconal, que aconteceu no dia 10 de agosto, Festa de São Lourenço,...

Candidatos ao Diaconado recebem o Ministério do Acolitado em Abaetetuba, Pará

Em missa solene celebrada no dia 10 de agosto de 2018 - Festa de São Lourenço, Diácono e Mártir, presidida pelo bispo diocesano dom José Maria Chaves dos Reis, 21...

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Reunião da Diretoria e Delegados do CID

Diác. Alberto Magno (amcarmelo@gmail.com)   Nos dias 20 a 21 de julho de 2018, a diretoria do CID – Centro Internacional do Diaconado esteve reunida com os delegados regionais na cidade de Nova Orleans, em Luisiana nos Estados Unidos. Estiveram presentes os diretores: Gerald DuPont (presidente, Estados Unidos); Pe. Gilbert de Lima (vice-presidente, Índia), Diác. Mark Woods (vice-presidente, Reino Unido), Montserrat Martinez...

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Na confluência entre o conjugal, o eclesial e ... …

(*) Tradução livre de Diác. Alberto M C Melo   Em maio passado, os delegados do diaconato em Namur, Bélgica, convidaram os diáconos e suas esposas para refletir sobre a melhor maneira de articular Matrimônio e Ordem, dois sacramentos que, após a decisão do Vaticano II para restaurar o diaconato permanente na Igreja Católica, estão novamente ligados. Certamente, esta decisão fez reaparecer...

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Visão de Mundo

Visão de Mundo   Diác. Alberto Magno Carvalho de Melo   Quando me dei conta que eu era um indivíduo, independente das outras pessoas, me perguntava muitas vezes se os outros viam o mundo da mesma forma que eu. Ao ver um objeto as outras pessoas percebem este objeto do mesmo jeito que eu? A forma, as cores, a densidade, o peso... As frases...

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Mensagem do Presidente da CND - Julho de 2018

Com alegria chegamos ao meio do ano, muito trabalho, dificuldades superadas e boas realizações. Em junho passado comemoramos vários santos da Igreja e agora em julho, não será diferente, pois temos São Tomé e São Tiago. Eles são testemunhas oculares da vida pública de Jesus, de seus ensinamentos, sinais e milagres, de maneira especial, de sua paixão morte e ressurreição....

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Publicações

DIÁCONOS Nº 145 - JULHO DE 2018
Diáconos nª 144 - Junho de 2018
Diáconos nº 143 - Maio de 2018
Diáconos nº 142 - Abril de 2018
Diáconos nº 141 - Março de 2018
Diáconos nº 140 - Fevereiro de 2018

Início

As vítimas de homicídios são, em maior parte, homens. Porém, entre 2001 e 2011, o aumento de assassinatos de homens foi de 8,1%, enquanto que os assassinatos de mulheres cresceram 17,2%. No caso de violências contra as mulheres, repete-se a mesma tendência nacional: as negras em maior número estão entre as vítimas de violência. Além disso, enquanto as taxas de homicídios de mulheres brancas tendem a cair, as mesmas taxas que avaliam assassinatos de negras crescem. Os dados mostram ainda que nesse caso, 27,1% ocorrem no ambiente doméstico.
O Mapa da Violência registra que, no ano de 2014, diariamente, 405 mulheres demandaram atendimento médico em unidades de saúde por terem sofrido algum tipo de violência doméstica, sexual ou outras formas de agressão. A cada três vítimas de violência, duas eram mulheres. Uma pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que, em 2015, o país registrou 45.460 casos de estupro. Porém, o levantamento estima que devem ter ocorrido entre 129,9 mil e 454,6 mil estupros no Brasil em 2015.
A violência contra a mulher ocorre, principalmente, dentro de casa. 71,85 das agressões registradas pelo SUS em 2011 aconteceram no domicílio da vítima. Frequentemente o agressor é o parceiro ou ex-parceiro da vítima (43,3%). Quando se consideram apenas as mulheres na faixa de 30 a 39 anos de idade que sofreram violência, em 70,6% dos casos o parceiro ou ex-parceiro é o agressor. Em particular, a agressão contra a mulher é um dos casos em que parece explicitar-se o caráter cultural da violência.
As mulheres não devem sofrer essas violências domésticas em silêncio. Devem ser informadas e capacitadas, juntamente com seus companheiros ou maridos, pais e filhos, a superar essas condutas de opressão. A proteção à mulher vítima de violência doméstica evoluiu com a Lei 11.340, conhecida como Lei Maria da Penha, que entre outras prerrogativas, objetiva coibir a violência doméstica e familiar. Entretanto, a Justiça não evita a prática violenta, apenas a reprime e pune, com medidas protetivas que visam afastar o agressor. Em Salto, em 2017, foram registrados mais de 300 casos de violência contra a mulher e violência doméstica. Esse número é bem inferior aos casos efetivamente ocorridos, já que muitas preferem não denunciar por medo.
O que fazer para mudar esse quadro com a ajuda da Igreja: incluir o tema da superação da violência nos programas de formação da Iniciação Cristã, Catequeses e grupos de jovens; promover uma pastoral familiar capaz de ajudar cada família a superar os problemas de violência doméstica; impulsionar centros paroquiais e diocesanos com uma pastoral de atenção integral à família, especialmente pessoas que sofrem violência doméstica; promover atos públicos em função de uma sociedade mais segura, chamando a atenção da população sobre a violência doméstica e a Lei Maria da Penha.
Fonte: Texto-base da Campanha da Fraternidade de 2018
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