Comissão Nacional dos Diáconos

Diocese de Petrópolis ordena 8 diáconos permanentes

Aconteceu no dia 29 de setembro, na Catedral de São Pedro de Alcântara, as 9h, a ordenação dos candidatos ao diaconado permanente da 3ª turma da Diocese de Petrópolis, RJ....

Arquidiocese de São Luís ordena 39 diáconos permanentes

Marcando o início da noite deste sábado, 29 de setembro, iniciou-se o rito de ordenação diaconal dos 39 candidatos ao diaconato permanente da Arquidiocese de São Luís, na concha acústica...

CRD Norte 3 realiza encontro anual de formação para os diáconos, candidatos e esposas.

Foi realizado nos dias 29 e 30 de setembro na cidade de Gurupi – TO, diocese de Porto Nacional, o 4º Encontro de Formação dos Diáconos, Candidatos e Esposas do...

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Quero votar como cristão

Por: Diácono Pedro Fávaro Júnior / Diocese de Jundiaí, SP Nessas eleições, mesmo que eu perca meu voto, vou buscar um caminho pacifista e pacificador. Um caminho de unidade possível, não de separação. Que julgue a partir do Evangelho e do Magistério da Igreja. Não das minhas ideias ou das ideias que as campanhas, cabos eleitorais e candidatos me vomitam, cheios...

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Mensagem do Presidente da CND - Setembro de 2018

Sabiamente o Concílio Vaticano II resgatou o valor das vocações, assim como Igreja Vocacional. No mês de agosto, dedicamos nossas orações e ações litúrgicas aos ministérios ordenados e aos leigos e leigas da Igreja. Cada cristão recebe pelo batismo o mandato de missionário e vocacionado à santidade. A Igreja nos orienta a bem celebrar as quatro semanas para uma vivencia...

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Reunião da Diretoria e Delegados do CID

Diác. Alberto Magno (amcarmelo@gmail.com)   Nos dias 20 a 21 de julho de 2018, a diretoria do CID – Centro Internacional do Diaconado esteve reunida com os delegados regionais na cidade de Nova Orleans, em Luisiana nos Estados Unidos. Estiveram presentes os diretores: Gerald DuPont (presidente, Estados Unidos); Pe. Gilbert de Lima (vice-presidente, Índia), Diác. Mark Woods (vice-presidente, Reino Unido), Montserrat Martinez...

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Na confluência entre o conjugal, o eclesial e ... …

(*) Tradução livre de Diác. Alberto M C Melo   Em maio passado, os delegados do diaconato em Namur, Bélgica, convidaram os diáconos e suas esposas para refletir sobre a melhor maneira de articular Matrimônio e Ordem, dois sacramentos que, após a decisão do Vaticano II para restaurar o diaconato permanente na Igreja Católica, estão novamente ligados. Certamente, esta decisão fez reaparecer...

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Publicações

DIÁCONOS Nº 148 - OUTUBRO DE 2018
DIÁCONOS nº 147 - SETEMBRO DE 2018
DIÁCONOS Nº 146 - AGOSTO DE 2018
DIÁCONOS Nº 145 - JULHO DE 2018
Diáconos nª 144 - Junho de 2018
Diáconos nº 143 - Maio de 2018

Início

As vítimas de homicídios são, em maior parte, homens. Porém, entre 2001 e 2011, o aumento de assassinatos de homens foi de 8,1%, enquanto que os assassinatos de mulheres cresceram 17,2%. No caso de violências contra as mulheres, repete-se a mesma tendência nacional: as negras em maior número estão entre as vítimas de violência. Além disso, enquanto as taxas de homicídios de mulheres brancas tendem a cair, as mesmas taxas que avaliam assassinatos de negras crescem. Os dados mostram ainda que nesse caso, 27,1% ocorrem no ambiente doméstico.
O Mapa da Violência registra que, no ano de 2014, diariamente, 405 mulheres demandaram atendimento médico em unidades de saúde por terem sofrido algum tipo de violência doméstica, sexual ou outras formas de agressão. A cada três vítimas de violência, duas eram mulheres. Uma pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que, em 2015, o país registrou 45.460 casos de estupro. Porém, o levantamento estima que devem ter ocorrido entre 129,9 mil e 454,6 mil estupros no Brasil em 2015.
A violência contra a mulher ocorre, principalmente, dentro de casa. 71,85 das agressões registradas pelo SUS em 2011 aconteceram no domicílio da vítima. Frequentemente o agressor é o parceiro ou ex-parceiro da vítima (43,3%). Quando se consideram apenas as mulheres na faixa de 30 a 39 anos de idade que sofreram violência, em 70,6% dos casos o parceiro ou ex-parceiro é o agressor. Em particular, a agressão contra a mulher é um dos casos em que parece explicitar-se o caráter cultural da violência.
As mulheres não devem sofrer essas violências domésticas em silêncio. Devem ser informadas e capacitadas, juntamente com seus companheiros ou maridos, pais e filhos, a superar essas condutas de opressão. A proteção à mulher vítima de violência doméstica evoluiu com a Lei 11.340, conhecida como Lei Maria da Penha, que entre outras prerrogativas, objetiva coibir a violência doméstica e familiar. Entretanto, a Justiça não evita a prática violenta, apenas a reprime e pune, com medidas protetivas que visam afastar o agressor. Em Salto, em 2017, foram registrados mais de 300 casos de violência contra a mulher e violência doméstica. Esse número é bem inferior aos casos efetivamente ocorridos, já que muitas preferem não denunciar por medo.
O que fazer para mudar esse quadro com a ajuda da Igreja: incluir o tema da superação da violência nos programas de formação da Iniciação Cristã, Catequeses e grupos de jovens; promover uma pastoral familiar capaz de ajudar cada família a superar os problemas de violência doméstica; impulsionar centros paroquiais e diocesanos com uma pastoral de atenção integral à família, especialmente pessoas que sofrem violência doméstica; promover atos públicos em função de uma sociedade mais segura, chamando a atenção da população sobre a violência doméstica e a Lei Maria da Penha.
Fonte: Texto-base da Campanha da Fraternidade de 2018
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